Magnetismo
Carga em movimento cria campo magnético — eletricidade e magnetismo são a mesma coisa.
ímã: linhas saem do N e entram no S
A ideia, em 3 parágrafos
Ímãs têm dois polos, norte e sul, e polos iguais se repelem. Mas há uma coisa que os separa radicalmente da carga elétrica: não existe monopolo magnético. Quebre um ímã ao meio e você não fica com um norte e um sul separados — você fica com dois ímãs completos, cada um com seus dois polos. Quebre de novo: quatro ímãs. Sempre, e ninguém nunca conseguiu o contrário.
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Polos; a inexistência do monopolo; materiais ferromagnéticos.
A grande descoberta (Oersted, 1820, por acaso, no meio de uma aula): corrente elétrica cria campo magnético. Uma bússola perto de um fio com corrente se mexe. Enrole o fio numa bobina e você tem um eletroímã — um ímã que liga e desliga, e cuja força você controla com a corrente. É a base do motor, do alto-falante, do HD e do guindaste de ferro-velho.
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A experiência de Oersted; regra da mão direita; o eletroímã e o solenoide.
E a recíproca: um campo magnético exerce força sobre uma carga em movimento — F = q·v·B·senθ. Parada, a carga não sente nada; em movimento, sente. É isso que faz o motor elétrico girar (a corrente na espira sente força e roda) e o que desvia partículas num acelerador. E é isso que nos protege: o campo magnético da Terra desvia as partículas do vento solar para os polos — onde elas batem na atmosfera e produzem a aurora. Sem esse campo, a atmosfera teria sido varrida — foi o que aconteceu em Marte.
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F = qvB·senθ; o motor elétrico; o campo da Terra, a aurora e Marte.
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