Lançamento de projéteis
Dois movimentos independentes ao mesmo tempo — e é isso que faz a parábola.
vx = v·cos 45° = 14,14 m/s (constante) · vy = v·sen 45° = 14,14 m/s
A ideia, em 3 parágrafos
Uma bola lançada obliquamente faz dois movimentos simultâneos e independentes. Na horizontal: MU — nada a acelera (desprezando o ar), então a velocidade horizontal é constante do começo ao fim. Na vertical: MUV — a gravidade puxa com a = g, freando na subida e acelerando na descida. A trajetória curva é apenas a soma dos dois, e não um movimento novo.
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Os dois movimentos; lançamento horizontal, oblíquo e vertical.
A independência é a chave — e é o que ninguém acredita até ver. O movimento vertical não sabe que o horizontal existe. Por isso uma bala disparada horizontalmente e uma bala solta da mesma altura, no mesmo instante, chegam ao chão juntas. A que foi disparada vai parar 500 m à frente, mas cai no mesmo tempo. A velocidade horizontal não atrasa nem adianta a queda.
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A independência e o experimento das duas balas; por que o tempo de queda só depende da altura.
Daí saem os resultados que a prova cobra. O alcance máximo acontece a 45°. Ângulos complementares (30° e 60°) dão exatamente o mesmo alcance — por caminhos diferentes. E no ponto mais alto a velocidade vertical é zero, mas a horizontal continua a mesma: a bola não para lá em cima, ela só para de subir. E a altura máxima é o vértice da parábola — a mesma matemática do lucro máximo e da área máxima da cerca.
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Alcance máximo a 45°; ângulos complementares; a velocidade no ponto mais alto; resistência do ar na vida real.
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