Média, mediana e moda
Três "centros" diferentes — e escolher o errado muda a história.
Arraste as bolinhas. Um valor extremo puxa a média, mas quase não move a mediana.
qual número a loja deve estocar mais?
A ideia, em 3 parágrafos
Média: soma tudo e divide pela quantidade. Mediana: coloca em ordem e pega o do meio (se a quantidade for par, a média dos dois centrais). Moda: o valor que mais se repete. As três respondem à mesma pergunta — "qual é o valor típico?" — de jeitos diferentes, e às vezes com respostas muito distantes uma da outra.
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As três medidas e como calcular cada uma; mediana com quantidade par.
A diferença explode com outliers. Num bar com 10 pessoas ganhando R$ 2.000, a média é 2.000 e a mediana também. Entra um bilionário: a média salta para milhões, a mediana continua 2.000. A média é sensível a extremos; a mediana não é. É por isso que renda mediana é mais honesta que renda média, e é por isso que se usa mediana em dados de salário e de preço de imóvel.
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O efeito do outlier; quando usar cada medida; **média ponderada**.
Escolher a medida é uma decisão editorial. Quem quer dizer que "o país está rico" usa média. Quem quer mostrar a realidade da maioria usa mediana. E uma loja de sapatos não quer saber a média dos números vendidos (dá 38,7 — um número que não existe): ela quer a moda, o número que mais sai da prateleira. Não existe medida certa; existe a medida adequada à pergunta — e a manipulação começa exatamente na escolha, antes de qualquer conta.
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A escolha como decisão editorial; renda média × mediana no Brasil; distribuição simétrica × assimétrica; quartis e o boxplot em duas linhas.
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