Eletrólise
Eletrólise é a pilha ao contrário — em vez de a reação gerar corrente, a corrente força a reação.
Sem a fonte, nada acontece — a reação forçada precisa de energia externa.
A ideia, em 3 parágrafos
Na pilha, uma reação espontânea gera corrente. Na eletrólise, é o inverso: uma fonte externa empurra elétrons e obriga a acontecer uma reação que jamais aconteceria sozinha. Por isso ela precisa de tomada — está pagando para desfazer o que a natureza tinha feito.
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Espontâneo × forçado; por que a eletrólise precisa de fonte.
Os íons migram para os eletrodos e reagem lá: os cátions (+) vão para o polo negativo e ganham elétrons; os ânions (−) vão para o positivo e perdem. Assim se produz alumínio a partir da bauxita, cloro e soda a partir da salmoura, e se recobre uma peça barata com uma camada de metal nobre — a galvanoplastia (cromar, dourar, zincar).
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Eletrólise ígnea × aquosa; ordem de descarga.
A quantidade de metal depositada depende de quanta carga passou — ou seja, da corrente e do tempo. E é aqui que entra o dado que muda a discussão sobre lixo: extrair alumínio da bauxita por eletrólise é tão caro em energia que reciclar a latinha consome cerca de 5% disso. Reciclar alumínio não é gesto simbólico — é economia de energia em escala industrial.
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Galvanoplastia e a relação carga/massa depositada; alumínio e reciclagem.
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