Ligação metálica e ligas
No metal, os elétrons não pertencem a ninguém — e é esse mar solto que conduz, entorta e não quebra.
metal
cristal iônico
ferro puro · os elétrons de valência estão todos no fundo comum
dureza 25%
Cátions numa rede, imersos num mar de elétrons que não pertence a ninguém.
A ideia, em 3 parágrafos
Nos metais, os átomos cedem seus elétrons de valência para um fundo comum: sobram cátions organizados numa rede, imersos num "mar de elétrons" que circula livre por todo o bloco. Nenhum elétron é de um átomo específico — todos são de todos.
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O mar de elétrons; por que metal é sólido a 25 °C (menos o mercúrio).
Esse mar explica cada propriedade de uma vez. Conduz eletricidade porque os elétrons já estão livres para se mover. Conduz calor pelo mesmo motivo. Tem brilho porque os elétrons livres devolvem a luz. E é maleável e dúctil porque, ao receber uma martelada, as camadas de cátions deslizam e o mar acompanha — nada quebra.
Aprofundar
Cada propriedade explicada pelo mar.
Compare com o cristal iônico: lá, a martelada desalinha a rede, cargas iguais ficam frente a frente, se repelem e o cristal racha. Mesma pancada, destinos opostos — e a diferença está inteira em quem segura os elétrons. As ligas exploram isso: misturar átomos de tamanho diferente (carbono no ferro → aço; estanho no cobre → bronze) trava o deslizamento das camadas e deixa o metal mais duro.
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Ligas do cotidiano (aço, aço inox, bronze, latão, ouro 18k, amálgama); corrosão e proteção.
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