A pilha viva
Pilha é oxirredução separada em dois lugares — assim os elétrons são obrigados a viajar pelo fio.
Zn corrói (ânodo) · Cu engorda (cátodo)
ânodo (oxidação)
Zn → Zn²⁺ + 2 e⁻
cátodo (redução)
Cu²⁺ + 2 e⁻ → Cu
Circuito aberto: a oxirredução está separada em dois béqueres, mas falta a rota. Feche o circuito para os elétrons correrem pelo fio.
A ideia, em 3 parágrafos
Numa oxirredução, um átomo perde elétrons e outro ganha. Se os dois estiverem no mesmo béquer, os elétrons passam direto e a energia vira calor. A sacada da pilha é separar os dois: aí a única rota possível para o elétron é o fio externo — e elétron correndo pelo fio é corrente elétrica.
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Oxidação e redução; agente oxidante e redutor.
Cada lado tem nome: no ânodo, o metal se oxida, vira íon e corrói (perde massa). No cátodo, os íons da solução recebem elétrons e se depositam, e o eletrodo engorda. A ponte salina fecha o circuito equilibrando as cargas — sem ela, a pilha para em segundos.
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Ânodo/cátodo sem confusão; o papel da ponte salina; por que o elétron não atravessa a solução.
Quem cede e quem recebe é decidido pela tendência de cada metal (tabela de potenciais), e a diferença entre eles dá a voltagem: ΔE = E_cátodo − E_ânodo. Como o ânodo se consome de verdade, a pilha acaba: quando o metal termina, a reação para. É literalmente a pilha se desmanchando para acender sua lâmpada — e é a mesma reação que enferruja um portão, só que ali sem nenhum fio aproveitando.
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Tabela de potenciais e ΔE; baterias recarregáveis; **corrosão e proteção catódica**.
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