Polímeros e plásticos
Polímero é um colar de peças iguais — e o tamanho da cadeia decide se é saco de pão ou colete à prova de bala.
Polietileno
por adição (a dupla abre e liga no vizinho)
resistência: 0
flexibilidade: 100
Quanto mais longa e alinhada a cadeia, mais resistente — é o que separa o saco de pão do colete à prova de bala.
usos: saco plástico, embalagens
A ideia, em 3 parágrafos
Polímero é uma molécula gigante feita de milhares de unidades pequenas repetidas — os monômeros. Existem dois jeitos de montar: adição (a dupla do monômero abre e liga no vizinho, sem sobrar nada — é o polietileno do saco plástico) e condensação (os monômeros se ligam eliminando água — é o PET da garrafa e o nylon).
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Monômero × polímero; adição × condensação com mecanismo.
As propriedades vêm da cadeia: quanto mais longa e mais alinhada, mais resistente. E a diferença que decide o destino do lixo: termoplástico amolece quando aquece e pode ser remoldado (reciclável — PET, polietileno, PVC); termofixo tem as cadeias amarradas entre si e, ao aquecer, queima em vez de amolecer (tomada, panela de cabo preto — não reciclável por fusão).
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Propriedades pela cadeia; termoplástico × termofixo; os principais plásticos e seus usos.
Os plásticos são quase todos derivados do petróleo e feitos de ligações muito estáveis — que é exatamente o que os torna úteis e o que os torna um problema: nenhum micro-organismo tem enzima para quebrá-los. Uma garrafa PET leva séculos, e o que se degrada vira microplástico, que entra na cadeia alimentar e não sai. O código do triângulo (1 PET, 2 PEAD…) existe para que a triagem consiga separar — reciclagem começa por identificar.
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Tempo de decomposição; microplástico; códigos de reciclagem; polímeros naturais (celulose, amido, borracha) e biodegradáveis.
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